Quantos “e se” você coleciona?

E se.

Expressão comprimida na qual contém todos os nossos medos e anseios acerca do passado, do presente e do futuro. Faz-nos pensar sobre tantas coisas.

“E se eu tivesse dito aquilo?” “E se isso/aquilo acontecer?” “E se eu tivesse feito isso?” “E se eu seguisse aquele conselho?” “E se eu acreditasse…?” São algumas das inúmeras perguntas iniciadas pelas mesmas palavrinhas poderosas.

As lembranças, os arrependimentos, as relações, os desejos. Sentimentos, pensamentos, tempo e gente. Tudo interligado. E tem coisa pior do que ficar se questionando sobre algo que não aconteceu e não poderá mais acontecer?

É, porque daquilo que passou, passou. Deixe passar. Não devemos guardar nada além do que o que foi bom, porém, sem apego exacerbado. Essas sim, são as únicas memórias que merecem e deveriam permanecer sempre vivas dentro de cada um de nós.

Porque não importa o quão seguro de si você acredite ser. Realmente, não importa. Sempre haverá “e se?” e o segredo é não prender-se a nem um.

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