Pintura em tela: primeiros materiais

Iniciei nesse mês uma monitoria ofertada pela UFPI, num programa para idosos dentro da universidade. E, devo dizer que tem sido uma experiência incrivelmente linda! As minhas manhãs nas sextas-feiras mudaram completamente – para melhor.

Além de ser monitora, o professor de lá tem me adotado como aluna e me ensinando técnicas de Pintura em tela. Eu sempre me interessei por coisas que envolvem arte de modo geral, mas de tudo o que mais chamava a minha atenção era isso. Quando vi na lista que havia vaga pra pintura em tela, meus olhos já brilharam.

Agora darei início realmente a um hobby que desejava muito que fizesse parte da minha vida. Aos poucos vou comprando mais materiais e praticando tudo que eu puder aprender dentro e fora das monitorias. Arte é dedicação e eu darei o melhor de mim.

Hoje comprei meus primeiros materiais e aqui irei discriminar cada um deles para vocês.

Em breve sai o meu primeiro quadro!

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Não são potinhos próprios para pintura, mas gostei deles pelo formato e custo. R$2,90

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CORES: Preto / Azul marinho / Verde oliva / Turquesa / Tangerina / Amarelo outro / Amarelo Limão / Brando metalizado. Os preços variam, mas tudo saiu por R$31,90

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TAMANHOS: 24, 20, 10 e 2. Tudo saiu por R$19,50

 

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ASA em Barras – PI

Sabe quando você está tão ansioso por algo que não consegue dormir ou sequer sentir sono? Foi o que senti de ontem noite pra hoje. Passei o resto do domingo assim.

Só nós bem sabemos o quão nos doamos e nos preparamos nesses últimos dois meses. E foi tanta coisa acontecendo simultaneamente que, às vezes, achei que não daria conta. Por fim, deu tudo TÃO certo. Hoje, nesses anos todos que pratico o voluntariado de maneira mais assídua, foi um dos dias que mais marcou a minha vida. O tempo não haverá de apagar.

Os demais acordaram juntos com o nascer do sol e nos encontramos na minha casa. Assim que organizamos as doações no segundo carro, pegamos a estrada. Uma parada em Cabeceiras para buscar um dos nossos voluntários e seguimos para o destino final, Barras – PI. Tomamos café na casa da minha amiga, que é uma das administradoras do grupo como eu, e fomos ao encontro tão esperado por nós.

Ao chegarmos lá, fomos muito bem recepcionados. Conversamos com eles e começamos a entrega das doações. Tudo foi acontecendo de modo tão rápido e intenso. A casa é pequena e humilde – feita de taipa – e estava com várias pessoas transitando juntas. Caixas pra lá e pra cá. Crianças admiradas e enérgicas querendo acompanhar tudo o mais pertinho possível.

Eu me senti renovada. Aliviada. Emocionada. Orgulhosa. Feliz.

Montamos a mesa para que eles se alimentassem com o lanche que organizamos para eles. Salgadinhos, bolos e refrigerantes. Eu vi fome, de verdade. Vi o verdadeiro saciar. As crianças, magricelas, foram as que mais comeram. Elas simplesmente não paravam de retornar à mesa e buscar mais salgadinhos ou bolo. A boca cheia e as mãos prontas para encher mais e mais.

Conversamos com todos, para entender melhor a situação. Pude observar e analisar várias coisas. Dentre elas: acomodação. Eles chegaram em um ponto de acomodação. De dizer “tudo bem” para a miséria. Uma das crianças contou sobre a energia, não havíamos notado ainda. Poucos dias antes de irmos lá, eles conseguiram energia elétrica. Fiquei tão feliz com esse avanço pra eles. Querendo ou não, foi um grande salto.

Não sei quais fatores exatos são responsáveis por isso, mas eles possuíam uma memória bem deficiente. E uma desatenção enorme. Numa conversa explicando sobre os remédios de verme para os adultos, eu explicava várias vezes e ainda assim eles não conseguiam repetir. Assimilar as instruções. Desenhamos, explicamos e nada. Até que um dos mais velhos disse que sabia ler e ficou responsável por isso. Quando contamos de onde éramos, eles ficaram incrédulos.

Uma das crianças, a Grazi, foi a que mais chamou a minha atenção. Que criança incrível. E engraçada. Sou suspeita para falar, pois amo crianças. Ela também criou uma afinidade comigo rápida ali. De vez em quando chegava: ei, eu gosto de tu! Ou chamava para fazer algo. Tudo que via falava bravamente que era dela. Tudo era da Grazi. Sorrimos muito.

Brincamos de bola. Demos colo para o bebê. Recebemos os agradecimentos. Infelizmente, chegou a hora de darmos tchau. Eles nos pediram para ficar mais, e nós queríamos. Mas ainda iríamos almoçar e nos organizarmos para pegar a estrada na volta. Registramos cada momento. E por fim, tiramos fotos com todos reunidos. Na casa da Thaís – a amiga que falei acima – comemos, descansamos e tivemos um momento nostálgico: brincamos.

Depois esperamos “o sangue esfriar” enquanto conversávamos. Ajeitamos tudo e nos despedimos do pessoal da casa. Era hora de entrar nos carros e voltar para Teresina. Foi incrível! E só serviu para firmar mais ainda o meu propósito: ajudar quem precisa. E se depender de mim, farei isso pro resto da vida. Espero inspirarmos mais e mais pessoas para fazerem o mesmo. Eu acredito que é possível para todos. As pessoas colocam culpa no tempo, no dinheiro, na vida; em tudo! Menos nelas mesmas. Não falta isso, falta amor, pois é só o que precisamos. Todos nós.

Ajudarmos as pessoas que precisam só é preciso uma coisa: querer. Se você quer, tudo é possível. Basta correr e ir atrás. Fazer o bem faz bem. ♥

Texto feito na tarde do dia 25/09.

Segue algumas fotos da nossa ação.

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Eduardo Marinho – Observar e Absorver

“Nascido numa família de classe média, Eduardo Marinho tinha uma vida confortável e abastada. Ele passou num concurso do Banco do Brasil, depois entrou na escola militar e, finalmente, foi aprovado na faculdade de direito – mas estava profundamente angustiado. Foi então que largou tudo para buscar um sentido para vida. Chegou a morar na rua e dormir em cima de cama de papelão, mas encontrou a felicidade na simplicidade.

Os questionamentos de Eduardo começaram ainda na infância, quando ele foi com sua mãe até uma favela onde ela pagava uma promessa distribuindo comida para os necessitados. O pequeno Eduardo ficou chocado com a miséria que descobriu naquele dia e começou a perguntar por que algumas pessoas deviam viver assim. A sua angústia só aumentava a cada passo da jornada que se seguia: qual o sentido daquele trabalho no Banco do Brasil? Por que ele devia reprimir manifestações populares quando estava no exército? Como os militantes do movimento estudantil não conheciam os pobres de quem eles tanto falavam?

Cheio de dúvidas, Eduardo largou tudo e foi viajar pelo Brasil sem dinheiro e deserdado pela família. No caminho encontrou respostas para muitas de suas dúvidas e adquiriu uma maneira muito particular de enxergar o mundo e buscar uma vida mais justa. Uma maneira baseada mais na emoção que na razão.

Sem dúvidas ele foge dos clichês. A medida que fui assistindo a esse documentário, mais eu fiquei impressionada com algumas reflexões que ele traz à tona. Não é o tipo de pessoa que quer te oferecer uma opinião mastigada esperando que tu aceite aquilo calado e morra ali. Tudo que ele reflete e repassa, te inspira a fazer o mesmo e transmitir isso a outras pessoas. Da importância do que hoje, na nossa sociedade, não é levado como algo importante.

Lembrou-me também do filme In The Wild (trailer), Eduardo Marinho é como se fosse o Christopher McCandless brasileiro.

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[Namoro à Distância] Ela preparou uma surpresa e foi surpreendida

filmes amor a distância
A Karine Pereira foi fazer intercâmbio nos Estados Unidos e resolveu preparar uma surpresa pro dia dos namorados ao Rodrigo Siqueira que mora no Rio de Janeiro. Temporariamente estão em um relacionamento à distância.

Ela contou no blog Namorada Criativa que planejou surpreendê-lo fazendo um clipe simples de “A Thousand Years” de Christina Perri – uma música importante para eles. A filmagem foi bem amadora, feita por ela com a ajuda de amigas, mas com muito amor e carinho. Na hora de fazer a edição, sentiu uma dificuldade grande e então resolveu procurar um profissional para ajudá-la com isso.

Até aí tudo bem, mas aconteceu o inesperado: o profissional que iria editar o vídeo, Tiberio da SPA Filmes, procurou o Rodrigo e o chamou “inocentemente” para fazer um vídeo surpresa de dia dos namorados. Ou seja, nenhum dos dois estavam sabendo o que realmente iria acontecer. Ele da surpresa dela e ela da aparição dele no vídeo.

Enfim, o Tiberio preparou a surpresa para ambos!

Assistam o vídeo:

 

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Projeto QUARTO NOVO

Tem sensação melhor do que você ter um canto que é a sua cara?

Minha amiga arquiteta maravilinda (ISADORA – @ifarquiteturaeinteriores) fez o projeto do meu quarto novo e conseguiu colocar tudo que eu fui falando que queria no meu quarto da melhor maneira possível e em cores! Só de olhar essas fotos já dar uma vontade louca de estar com ele pronto. Porém, tudo são gastos, então vou mudando pouco a pouco e compartilhando cada etapa com vocês. A maioria das coisas de decoração eu quero fazer e também contar aqui. Os primeiros passos já estão em andamento e eu estou numa ansiedade sem tamanho.

Vai rolar D.I.Y. de tudo um pouco: reforma de móvel, parede de jornal, luminária, almofadas, canecas, entre outros itens e customizações. Portanto, não deixa de me seguir nas redes sociais e visitar o site!

  • PAREDE| todas: Linho Americano (Coral) ou Linho Antigo (Coral)
  • RACK: Azul Celeste (Vertex Esmalte Sintético)
  • NICHO: Laca Cinza ou MDF claro
  • TETO: Branco

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Carta de Albert Einstein à sua filha Lieserl

O Amor

Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam e o que vou agora revelar a você, para que transmita à humanidade, também chocará o mundo, com sua incompreensão e preconceitos.
Peço ainda que aguarde todo o tempo necessário — anos, décadas, até que a sociedade tenha avançado o suficiente para aceitar o que explicarei em seguida para você.
Há uma força extremamente poderosa para a qual a ciência até agora não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o AMOR.
Quando os cientistas estavam procurando uma teoria unificada do Universo esqueceram a mais invisível e poderosa de todas as forças.
O Amor é Luz, dado que ilumina aquele que dá e o que recebe.
O Amor é gravidade, porque faz com que as pessoas se sintam atraídas umas pelas outras.
O Amor é potência, pois multiplica (potência) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego.
O Amor revela e desvela.
Por amor, vivemos e morremos.
O Amor é Deus e Deus é Amor.
Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida. Esta é a variável que temos ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor.
Para dar visibilidade ao amor, eu fiz uma substituição simples na minha equação mais famosa. Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtido através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se queremos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se queremos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, uma criação suficientemente poderosa para destruir todo o ódio, egoísmo e ganância que assolam o planeta. No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia aguarda para ser libertada.
Quando aprendemos a dar e receber esta energia universal, Lieserl querida, provaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sido capaz de expressar mais cedo o que vai dentro do meu coração, que toda a minha vida tem batido silenciosamente por você. Talvez seja tarde demais para pedir desculpa, mas como o tempo é relativo, preciso dizer que te amo e que a graças a você, obtive a última resposta.

Seu pai,
Albert Einstein

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