Você merece mais do que alguém que te procura só quando lhe convém

Você merece mais do que alguém que te procura só quando lhe convém. Mais do que alguém performático buscando matar uma vontade e fingindo se importar. Merece além do que uma pessoa que só te quer entre quatro paredes. Uma pessoa que acha que está tudo bem em agir desse modo babaca e ficar por isso mesmo – pois bem, não está e você não tem que ficar calada diante disso.

Você merece mais do que uma pessoa que não tem interesse em saber como foi o seu dia ou como você está. Mais do que alguém que não está ligando para as suas conquistas ou derrotas. Merece além do que uma pessoa que só estará por perto quando tudo estiver a mil maravilhas, mas foge na primeira gotinha de tempestade que esteja por vir. Uma pessoa que acha que falar que está com saudades ou pedir desculpas significa algo quando não é nada sincero.

Sim, você merece mais. Bem mais. Você merece alguém que te procure até de madrugada ou no comecinho da manhã, nem que seja para desejar um ótimo dia ou um boa noite. Alguém que se importa de verdade e não tem vergonha ou o menor receio de estar ao seu lado, seja onde for – pelo contrário, se sentirá orgulhoso por ser essa pessoa. Uma pessoa que te trata bem e, principalmente, que te faça bem só por estar por ali.

Você merece alguém que te ligue só para escutar a tua voz. Alguém que fica feliz com as tuas realizações; sobretudo, oferece o ombro diante dos insucessos. Alguém que diante dos momentos ruins ao invés de correr, finca o pé e espera passar contigo. Alguém que não dispensará as inúmeras mensagens de que está com saudades, pois a qualquer momento fará de tudo para te encontrar. Alguém que entenderá que um pedido de desculpas sem significado é tão ruim quanto o motivo do pedido, e que valem bem mais atitudes que reparem do que palavras jogadas ao vento.

Alguém que te veja e te enxergue como uma pessoa imperfeita, como qualquer outra, mas digna de respeito, consideração, entre outras vertentes sobre as quais as relações são baseadas. Alguém que não fica apontando cada defeito teu que encontrar como se nela não existisse um sequer. Alguém que seja parceiro. Alguém que seja cúmplice. Alguém que te transforme em plural, mas sem perder a tua individualidade.

Alguém que te tire do sério, fazendo-te sorrir. Alguém que te enlouqueça, se for de amor. Alguém que te impulsione. Alguém que te apoie. Alguém que te entenda. Alguém que te suporte. Alguém que faça mais do que existir, faça diferença. Alguém que a qualquer momento você vai encontrar e, quando isso acontecer, entenderá porque foram tantos qualquer até esbarrar num que valha a pena arriscar.

Enquanto isso não acontece, continuarei seguindo a minha vida. Correndo atrás dos meus sonhos e objetivos, porque por mais que seja uma delícia a ideia de ter esse alguém, a vida não para e espera. O mundo continua girando. E o tempo? Passa… Tão rápido quanto um piscar de olhos!

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Solteiro? Namorando? Livre!

Vi uma página compartilhando um post sobre uma lista de motivos pelos quais ser solteiro (a) é melhor do que namorar e diante do que li resolvi comentar o que eu acho sobre alguns deles – ressaltando que eu não concordo que um seja melhor que o outro, isso tudo é bastante relativo quanto a como você está se sentindo naquele momento da sua vida.

  • NÃO TER DR’S, NÃO TER QUE DAR SATISFAÇÃO E NÃO SE INCOMODAR COM NADA ALÉM DOS PRÓPRIOS PROBLEMAS

Uma das coisas que mais escuto sobre quem tá solteiro é isso: não discutir a relação. Eu não sei bem qual conceito disso que as pessoas têm, mas pra mim é uma das melhores em se relacionar. Até no sentido ruim da coisa, sim. E você não precisa estar num relacionamento sério para sentir necessidade de falar a respeito do que se tem com uma outra pessoa – seja lá o que for. Se há uma relação, conversar sobre deve fazer parte da vida de vocês. Não precisa ser necessariamente por algo ruim ter acontecido ou incomodar. Se ninguém disser o que tá sentindo por dentro ou com isso, como irão saber que estão “na mesma página”? Não tem como. É inevitável. Então vamos parar de problematizar algo que serve para otimizar as relações que temos com as pessoas que estão em nossas vidas.

Hoje em dia os relacionamentos estão cada vez mais doentes. Uns querendo controlar até a respiração dos outros. Não há confiança. Não há respeito. E aí ao falar de relacionamento sério, isso de você ser “obrigado a dar satisfação” para a outra pessoa vem como se fizesse parte do pacote sem escapatória. Só se incomodar com os próprios problemas? É tão ridículo e sem noção que nem sei se valem todos estes caracteres, mas vamos lá! Quando você se envolve e escolhe estar ao lado de uma pessoa, é claro que consiste em compartilhar a sua vida, os seus pensamentos/medos/sonhos/expectativas etc, mas sem perder a individualidade de cada. Problemas dos outros, nós tomamos conhecimento o tempo inteiro. Para se livrar disso? Vá para uma ilha deserta. Relacionamento saudável não afeta a tua privacidade e nem quer te controlar. Isso é mal de gente inseguro que cobra do outro o que falta em si.

Em contrapartida, requer uma dedicação para com aquilo que está sendo construído ao passar do tempo. Das vezes que me relacionei sério com alguém, jamais permiti que eu me sentisse obrigada a algo. Isso passaria longe de ser bom para mim e, consequentemente, para a vida a dois. As coisas devem fluir naturalmente, sem tanta cobrança e controle como costumam atrelar à ideia de assumir um compromisso.

  • PODEMOS TRANSAR COM QUANTAS PESSOAS QUEREMOS SEM PESO NA CONSCIÊNCIA EM ESTAR TRAINDO

Sério que isso é um argumento? Óbvio que você solteiro pode sair transando até com uma parede se quiser. Novamente: namoro é uma escolha – estar solteiro também. Dentre todas as pessoas, você escolher se envolver e se dedicar somente àquela. E se você optou por isso, por que diabos vai jogar tudo pro alto e trair na primeira oportunidade? Isso que eu não entendo ou aceito. Quer ficar com outro alguém? Fica, mas antes seja honesto com a pessoa que está com você. Termine numa boa e depois pode fazer o que quiser. A partir do momento que você namora e está olhando para o lado o tempo inteiro, é o maior sinal de falta de compromisso que se pode ter. Ama a pessoa? Quer o bem dela? Melhor ato de demonstrar isso vai ser não atrapalhar ela em ser feliz com quem estará olhando para frente sem soltar as suas mãos pela primeira oportunidade que houver.

  • LIBERDADE!

Certamente quem escreveu esse post teve várias experiências ruins para chegar a esta conclusão argumentativa. Devo dizer, já cheguei a pensar assim. Que um relacionamento te prendia e estar solteiro era sinônimo de liberdade. Até eu refletir e aprender que a tua liberdade só estará em falta se você permitir. Não perco a minha liberdade no sentido de abrir mão de tudo, às vezes, até de mim mesma por alguém. Liberdade pra mim é eu saber que a minha vida continua sendo minha. E que eu estou compartilhando, mas não oferecendo a alguém o poder de fazer dela o que bem entender. Isso não é estar preso, é não ter amor próprio. Ser livre é não ter medo de viver.

“Eu sou livre. Tu és livre. Viva a livraria”

Liberdade é não ter amarras que te impeçam de voar para onde quiser.
Estar solteiro é saber que não é preciso nada além das próprias asas para tal.
Namorar é voar ao lado de uma pessoa que te impulsione para ir cada vez mais alto.

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[texto] Rafael Magalhães

Certa vez conheci uma mulher na balada. Vestido curto, tatuagem no ombro, batom vermelho e o copo de bebida na mão. Sabe aquele olhar de mulher safada? Aquela que você olha e já sabe bem o que ela veio fazer ali. Essa tinha exatamente esse olhar, o que para mim era perfeito, já que eu havia saído de casa naquela noite com o mesmo objetivo. Formulei algo engraçado para dizer na primeira abordagem. Ela sorriu. Conversamos por alguns minutos até que veio o convite para dançar. Mal sabia ela que eu era simplesmente irresistível nesse quesito. Depois de um ou dois copos aconteceu então o primeiro beijo. E que beijo! Tem gente que beija com a intensidade de quem faz compras de verduras no supermercado. Já outros são como um adolescente escolhendo o seu primeiro carro. Definitivamente ela era desse segundo grupo. Acreditem em mim, o beijo foi surreal. Daqueles com direito a mordida no lábio, puxão de cabelo, mão por dentro da camisa e lambida na orelha. De duas uma: ou eu era naquela noite o homem mais gostoso do universo ou aquela mulher tinha bebido o triplo do que eu bebi na minha vida inteira. Foi impossível parar de beijá-la durante toda a noite. Quando fui deixá-la em casa e me perguntou se gostaria de entrar eu não pensei duas vezes. Sim, foi sexo no primeiro encontro. A melhor noite de sexo da minha vida. Foi aí que descobri que o forte dela não era o beijo. Haviam habilidades ainda maiores. O sol chegou e nós ainda não tínhamos dormido. A vida correndo lá fora e eu ali ofegante, com aquela estranha deitada em meus braços. Antes de me despedir trocamos números de celular por mera formalidade. Todo mundo sabe que casais que vão para cama no primeiro encontro não tem como darem certo. Sabe, talvez se tivéssemos ido mais devagar as coisas poderiam ter sido diferentes. Quem sabe? Muitos anos já se passaram e aquela noite ainda não saiu da minha cabeça. Curioso como algumas pessoas passam pela nossa vida e nem se dão conta de que deixaram marcas profundas. Eu nunca mais vi a minha professora do primário, nem a minha namoradinha do curso de inglês, mas, a mulher que conheci naquela noite, nunca mais saiu da minha mente. Agora mesmo ela está ali na cozinha, preparando a lancheira que o nosso filho caçula leva para a escola. Depois vai vir aqui no escritório me dar um beijo igual àquele que ganhei na boate tempos atrás. De noite repetiremos mais uma vez nosso sexo selvagem. Não é de se espantar? A moça do vestido curto se tornou a mulher da minha vida. Eu não sei bem como vai acontecer com você. Se vai conhecer seu grande amor na fila do pão, na sua festa de formatura ou no acampamento da igreja. Eu não sei se vão se beijar no primeiro encontro ou se farão sexo só depois do casamento. O que eu sei é que não existe regra para tudo isso dar certo. Vejam vocês a minha história. A mãe dos meus filhos gosta de beber, tem tatuagem e é uma depravada na cama. Ao mesmo é uma mãe incrível e um esposa fiel, carinhosa e companheira. Nossa sociedade é mesmo repleta de normas e rótulos, felizmente a maioria deles não funciona o tempo todo.


Rafael Magalhães

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A Luta Mundial

Nunca soube ao certo informações a cerca da expressão “luto” até passar por isso – e inclusive saber, que há vários tipos, não só de ao perder alguém -, mas sempre acreditei que faz total sentido. De fato, é uma luta. Nós lutamos. Com o mundo, com o que acreditamos, com a saudade, com a realidade, com todos e, principalmente, com nós mesmos. E é difícil. Às vezes, para uns mais do que para outros. O pior é que por mais que a gente chore e grite, no fundo, é uma luta silenciosa. E só nossa. Tão pessoal e única que ninguém vai sentir igual a você, assim como você jamais saberá realmente como o outro está se sentindo. Vivemos nessa sociedade cada vez mais doente, com uma negligência enorme para com nós mesmos e com as pessoas que estão ao nosso redor. Mais precisamente, falta empatia. No sentido de você tentar se colocar na vivência de alguém e tentar compreender o que ela possa estar sentindo a fim de ajudá-la de alguma maneira. Aí entra o amor ao próximo e altruísmo. Está tudo interligado. Além, falta respeito. As pessoas têm plena consciência de que todos são diferentes à sua maneira, mas insistem em desrespeitar ou menosprezar seja quem for que não esteja seguindo tais malditos padrões sociais: de beleza, sexualidade, etc. Pois lhes digo, o meu padrão é não estar nesses padrões. Se eu quiser publicar uma foto de biquíni, irei publicar. Se eu quiser passar um dos meus inúmeros batons vermelhos, irei passar. Se eu quiser vestir meu short curto por não aguentar mais aquela calça jeans apertando da cintura à baixo, irei vestir. Se eu quiser usar franja, irei usar. Se eu quiser cortar os meus cabelos na nuca ou tingi-los, podem ter na certeza de que eu irei fazer. Se eu quiser ajudar alguém sem fazer alarde nenhum da minha ação, eu ajudarei. Se eu quiser bater papo por horas com alguém que acabei de conhecer a ponto de compartilharmos histórias de vida, baterei. Se eu quiser perguntar à tia da faculdade como ela está naquele dia, perguntarei. Se eu quiser dar bom dia/boa tarde/boa noite com um sorriso na cara mesmo estando tendo um péssimo dia até aquela hora, eu darei. Se eu quiser sempre que possível demonstrar a minha gratidão pelas pessoas que fazem o mesmo por mim, certamente demonstrarei. Tanto como fiz, faço e farei. Acreditem no que vos digo: As críticas diminutivas são diretamente proporcionais àqueles que as proferem. Nossa, há momentos em que nos sentimos tão solitários. Ah, como dói isso! Olhar pro lado até quando há várias pessoas ao redor e se sentir como se houvesse só você ali. Sabe? É horrível. Infeliz. Mas real. Nesse momento, são incontáveis pessoas se sentindo assim no mundo. Lutadores invisíveis e silenciosos. Você pode ser um deles. O primeiro indivíduo que você olhar ou conversar após ler isso, pode ser um deles. Essa luta não precisa ser só sua. Ela pode ser minha. Da sua família. Dos seus amigos. Dum desconhecido. De todos nós. Porque, no fundo, todos temos uma em comum e a mais importante de todas: a vida.

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Carta de Albert Einstein à sua filha Lieserl

O Amor

Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam e o que vou agora revelar a você, para que transmita à humanidade, também chocará o mundo, com sua incompreensão e preconceitos.
Peço ainda que aguarde todo o tempo necessário — anos, décadas, até que a sociedade tenha avançado o suficiente para aceitar o que explicarei em seguida para você.
Há uma força extremamente poderosa para a qual a ciência até agora não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o AMOR.
Quando os cientistas estavam procurando uma teoria unificada do Universo esqueceram a mais invisível e poderosa de todas as forças.
O Amor é Luz, dado que ilumina aquele que dá e o que recebe.
O Amor é gravidade, porque faz com que as pessoas se sintam atraídas umas pelas outras.
O Amor é potência, pois multiplica (potência) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego.
O Amor revela e desvela.
Por amor, vivemos e morremos.
O Amor é Deus e Deus é Amor.
Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida. Esta é a variável que temos ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor.
Para dar visibilidade ao amor, eu fiz uma substituição simples na minha equação mais famosa. Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtido através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se queremos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se queremos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, uma criação suficientemente poderosa para destruir todo o ódio, egoísmo e ganância que assolam o planeta. No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia aguarda para ser libertada.
Quando aprendemos a dar e receber esta energia universal, Lieserl querida, provaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sido capaz de expressar mais cedo o que vai dentro do meu coração, que toda a minha vida tem batido silenciosamente por você. Talvez seja tarde demais para pedir desculpa, mas como o tempo é relativo, preciso dizer que te amo e que a graças a você, obtive a última resposta.

Seu pai,
Albert Einstein

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Nós e o resto do mundo

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Pegue a minha mão. Adoro a sensação de não estar com mãos vazias porque tenho as suas. Pegue o resto de mim também. De repente, sinto-me com coragem e eu só quero que esse lindo momento que é o nosso encontro dure o máximo que for possível. Porque somos nós e o resto do mundo. Eu não me importo em continuar indo assim tão de acordo com meus tropeços desde que você esteja ao lado, pois em ti encontro o equilíbrio para o meu caos. Continue comigo. Fique firme. Ao nosso ritmo. Em sintonia. Tudo ficará bem. Podemos dançar lentamente sem música? Podemos nos beijar debaixo da chuva após uma discussão boba? Podemos nos abraçar enquanto eu escuto as batidas do seu coração? Podemos comer besteiras e esquecer o passar do tempo? Podemos nos olhar e silenciar, de repente, tudo que estiver ao redor? Podemos tudo isso e além. Enquanto houver disposição. Enquanto houver sentimento. Enquanto houver saudade. Enquanto houver tudo que há agora, não haverá espaço para transformar nós em dois – estranhos qualquer.

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Knorr #AmorÀPrimeiraGarfada

Pesquisando uns vídeos no YouTube e sabe aquele anúncio que nós ignoramos e passamos após cinco segundos? Esse vídeo era um deles. Eu simplesmente adorei a ideia. Serve de inspiração aos casais que querem fazer algo diferente. Quando o assunto é comida, os gostos são bem diversificados. Então, que tal reunir coisas que que vocês gostam individualmente e em comum para uma refeição cheia de brincadeiras e um tempero especial: amor!?

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