GRATIDÃO

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Que Deus nos ouça
E o Universo aplauda
Sucesso vem com força
À pessoa preparada
Portanto, corra atrás
Não fique aí parada
Receba o que atrai
Levante a cabeça
Todo mal se esvai
(…)
Agradeça

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Temperança

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Somos como a construção de uma casa. Nossa estrutura deve ser forte a ponto de resistir a fenômenos como tempestades, sol, vento, etc. E por mais forte que pareça ser a nossa mente, sempre haverão momentos nos quais iremos tremer na base e corrermos o risco de tudo ir ao chão. Aí perdemos a calma, o que só tende a piorar. Relaxa, respira e inspira(se). Você é mais forte do que acha e tudo passará. Inclusive o tempo. Lembre-se: Nada consegue derrubar aquilo que é feito de amor e energias positivas. 

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O que aprendi no coração da vida – Jetsunma Tenzin Palmo

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E quando alguém tira algum direito seu? Quando tiram de você algo que tanto ama? Você fica puto. Com toda razão. Quer descontar isso ou colocar para fora de alguma forma. Uns quebram qualquer coisa que estiver ao alcance das mãos. Também revidam. Levando a sério o Código de Hamurábi, no qual é pregado uma expressão conhecida “olho por olho, dente por dente”. Vale a pena, será? Outros puxam uma folha de papel e escrevem a respeito.

Talvez o que mais me tire do sério seja o fato de parar realmente para refletir e só ser capaz de enxergar tamanha hipocrisia onde deveria haver compaixão. Jetsunma Tenzin Palmo diz – num vídeo que assisti (disponibilizarei no final do post): 

Compaixão significa ter empatia com o sofrimento dos outros. “Compassione” certo? Significa o desejo sincero de que os outros estejam livres do sofrimento e a habilidade de se colocar o lugar do outro. Assim a pessoa tem essa empatia. O inimigo próximo é a piedade. Piedade é quando você menospreza o outro e sente: “Ah, que pena! Como é triste você estar assim.” Mas há uma distância entre vocês. Na compaixão não há distância. Você sente o sofrimento do outro como se fosse seu, com o desejo de removê-lo se for possível. Portanto, é uma abertura completa de coração. (…)

Enxergar falta de sinceridade onde deveria haver o que chamamos de beneficência. E voluntariado? Porque ser voluntário não é só ir sozinho ou em grupo visitar velhinhos numa casa de repouso. Não. Isso é só uma parte do processo construtivo de você como um ser humano melhor e menos egoísta. De que adianta a pessoa agir com piedade para com alguém que precisa de compaixão? Aquele que esteja precisando – e ao dizer isso não me refiro somente àqueles que estão enfermos, pedindo dinheiro nos sinais da cidade, dormindo em ruas ou abandonados num abrigo, não. 

Refiro-me a toda e qualquer pessoa ao seu redor que esteja necessitando de algo que você pode oferecer sem que haja um pedido ou algo em troca além dum sorriso de gratidão. Isso sim é a prática do “fazer o bem ao próximo”. A verdadeira prática da bondade. Se tu não és capaz de demonstrar tal gesto a um próximo teu, como serias a um mero desconhecido? Não consigo descrever ao certo como é esse sentimento de impotência ao perder aquilo que amamos muito.

Além de que é uma merda isso tudo. Piora bastante quando uma outra pessoa é responsável por tal. Seja esse alguém “amigo” ou não, é ruim de lidar da mesma forma. Caramba, você conquista algo por mérito seu e alguém priva por simples capricho ou interesse pessoal? Esse indivíduo tem o quê para se sentir superior a ponto de agir dessa maneira abusiva? Resta-me oferecer os meus parabéns e boa sorte para quem se identifica com isso. Precisarão.

A vida acontece e ensina.
Você aprende pelo amor ou pela dor.
E, todo mal ou bem enviado para o mundo retornarás a ti.


Ative a legenda no canto inferior do vídeo.

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Vence-dor

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Eu sou tudo não achado sobre por aí. Graças a algumas experiências eu pude enxergar com mais clareza o fato de que as pessoas a seu modo são vendedores. Vence dores. E geralmente aquelas com mais bagagem emocional tentam recompensar ou somar ajudando um próximo. E eu entendo isso. Sabe quando você tem tanta coisa no peito que transborda em lágrimas? Ao praticar esse bem parece ser o remédio infalível. Quem se sente perdido acha que encontrou ali o seu propósito. Tudo ao redor some. Os problemas somem. As dores somem. Os medos somem. Naqueles exatos momentos ficam só sorrisos e alegrias. Coisas que nunca deveriam sair de nós, mas que, infelizmente, há tempos que parecem nem existir. Acho que tem horas que esquecemos de ser feliz por ter tanta coisa acontecendo em nossas vidas. Simplesmente não há espaço para a tal felicidade. E vai ficando para depois, para depois, para depois… Assim como cuidar dos ferimentos na alma. Acredite, esses são os piores e se não cuidados transformam-se em veneno e vai te matando pouco a pouco até não restar mais nada de você dentro de si. Aí quando a sensação passa, como um viciado você quer mais e mais. Dependente sentimental. É preciso sentir mais daquela felicidade por mais que seja efêmera e uma ilusão. Não importa. Quando por mais que a dose seja intensa parece não fazer mais o efeito de como fazia no início, vem a raiva. Quanta raiva! Quanta frustração. Com o tempo, loucura. O mundo tornou-se algo a ser odiado. Para as pessoas: tanto faz, dane-se. E cadê seu Eu? Em quê ele se transformou? Algo podre. Cuidado! Cuida do teu coração. Cuida de você mesmo. Cuida do seu Eu. Cuida da sua felicidade e não a deixe ir embora. Lute por você mesmo até quando ninguém mais o faz ao seu lado.

Seja vence-dor.

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